segunda-feira, novembro 24

Ó JOSÉ CID...


Francamente. Ele há coisas do Diabo. Eu disse "devoção incondicional a José Cid"? Perdoem-me. Eu pensava que sim. Quero mudar para "devoção semi-incondicional (quando ele diz coisas estúpidas deixa de ser)". E porquê? Pois bem, hoje, à hora de almoço, deparei-me com a repetição dum "Às 2 por 3" (o programa do José Figueiras, aquele que o Manuel João Vieira prometia matar caso fosse eleito) na SIC Gold com o José Cid. Até aqui tudo bem, mas acontece que estava lá também uma concorrente do programa "Ídolos", com quem o próprio Cid chegou a fazer um dueto, e a quem perguntou: "O que achaste do Luís Jardim?" (um dos júris). Com isto, começou a dizer mal dele, dizendo que era arrogante, pois dizia que a Dulce Pontes não era famosa fora de Portugal. O que é que é isto? A Dulce Pontes não é famosa fora de Portugal! Não é uma superestrela como ele pensa que é. Não aparece nos tops dos outros países. Se calhar uma ou outra pessoa estrangeira conhece-a, mas o mundo inteiro não. Lá porque lançou um disco com o Ennio Moriconne (foi só porque ele deve estar senil). Isto não tem nada a ver com a qualidade dela como cantora (que, na minha opinião, não existe). Porquê? O que é que ele tem a ver com isso? Se calhar está com inveja de nunca ter sido produzido por ele...ainda por cima um dos outros júris, o Ramon Galarza (filho do Shegundo Galarza), tocou bateria no "10.000 anos entre Vénus e Marte", o grande álbum do José Cid. O que é que se passa? Aqui estão alguns framegrabs deste triste momento:


José Cid

José Cid

José Cid

José Cid